A versão apresentada pelo policial é contestada pelo advogado do
vereador, Fábio Hollanda. O advogado negou os pontos apresentados.
O advogado Fábio
Hollanda informou que irá representar contra o soldado na Corregedoria da
Polícia Militar e tomar as providências cabíveis para tentar transferi-lo da
cidade onde está lotado.
O advogado esclareceu
que, apesar da arma ser registrada, O VEREADOR NÃO POSSUI PORTE DE ARMA DE FOGO.
Acrescentou também que o seu cliente será apresentado às autoridades nesta
terça-feira (19), após ser livrado o flagrante. O advogado, ao defender o
vereador, justificou que o irmão de Júnior estava ouvindo o som e o soldado o
abordou com palavras de baixo calão, tentando impor autoridade e ainda por cima
estava bêbado.
A polícia da cidade
de Ielmo Marinho está à procura do vereador Júnior do mercadinho que atirou
contra o policial militar Ewerton na noite deste domingo (17) após seu irmão
ser advertido pelo militar por está com o som do carro em volume impróprio para
o horário.
Segundo informações do
tenente Gentil para oficial de operações do 11º Batalhão da Polícia Militar (BPM),
esta não foi a primeira vez que populares se queixaram do irmão do vereador .
Antes de atirar contra o PM, o vereador teve uma discussão chegando a trocar
socos. O tiro por sorte não feriu o policial. Após o confronto, o vereador
fugiu e os policiais não tiveram como persegui-lo devido à viatura está quebrada.
Do Blog Ielmo Marinho em FOCO: É ridículo o que
esse Fábio Hollanda comentou hoje no rádio. Então que dizer, que devido o
policial está bêbado (afirmação, diga-se de passagem, caluniosa do advogado) o
vereador tem todo o direito de matar uma pessoa? Um erro justifica o outro? Que
dizer que o vereador Júnior do mercadinho tem o direito de tirar a vida de um
pai de família? Eu queria ver se fosse alguém da família dele que tivesse
levado os tiros no lugar do policial. Será que ele iria fazer o mesmo
comentário?

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